Mês: outubro 2019
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Versão atualizada do poema já publicado aqui. Segura minha mão agora, Roberto Piva, meus contemporâneos caíram de amores pela Lei e lutam por punições que não nas próprias costas. Sabemos que o poder exercido anseia secretamente um poder sofrido, uma queda de braço entre quem deseja penetrar e ser penetrado pelo aço do cassetete policial,…