Categoria: Crítica
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Em meu desalento, meu absurdo imaginou um meio para formular exatamente a dificuldade que encontra a literatura. Eu imaginei seu objeto, a felicidade perfeita, como um automóvel correndo num estrada. Primeiro, eu emparelharia com o automóvel pela esquerda, à velocidade de um bólido, na esperança de ultrapassá-lo. Então, ele aceleraria mais e me impediria pouco a pouco…