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  • Tendo ido à exposição do Vik Muniz no MAM-Rio, não parei de pensar na poesia. Era último dia, uma fila de mais de 250 metros para se entrar, pessoas lá dentro se acotovelando para observar suas fotos, comentar, adjetivar, crianças exclamando: “olha, pai!”. E eu pensando na poesia. Ok, agrada-me pensar na poesia como clandestina;…