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PAPO-CABEÇA: dizem que o conceito aristotélico de “mimesis” (na Poética) foi compreendido no renascimento como “imitatio”, a imitação dos melhores, que serviriam de modelos a serem emulados. É o que vemos no poema abaixo de Quevedo, que claramente emula o famosíssimo soneto de Camões, que talvez estivesse fazendo o mesmo com outro poeta, Petrarca, quem…