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AO MEU VERME PRIVADOa barba mal aparada me desperta numa malparada manhã, quando minha escrita – veneno – saliva ira e ironia pelas paredes. explodo minha perplexidade no colapso psi. síncope e apocalipse na minha boca habitada por mil-e-um bichos. assim toco brusco o dia em que busco reagir ao meu apodrecimento.