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Limeira resolveu fazer letras quando não precisava. Ele foi meu aluno uma vez e se espantou de eu – professor – conhecê-lo como poeta. Sentia que tinha pouquíssimo a ensiná-lo, mas sempre foi de um respeito ímpar e contribuiu muitíssimo para as aulas, de um jeito que ele talvez não percebesse. Passei a admirá-lo também como homem.…