Cansado de céu, ponho-me
de frente para o sol,
de costas para o sul,
na linha transversal
que corta o chão em dois.
Meus passos pelas ruas
da cidade em que nasci
não param nas esquinas
de esquemas modernistas.
Desmemórias que eu amo
em sabê-las perdidas,
mortas como as histórias
de saudade despidas.
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