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sobre o desabrigo do gigante
junho 30, 2020
Por que não apoia o rosto
com a mão de fora escondendo
suas vistas à vista despida de todos?
Seu olhar espreita quem o vê
encolhido na quina do fundo
da sala do mundo como se
acuado desejasse ocultar-se
de todos – mesmo exposto
ainda assim aos olhos de todos
Pensa numa falta que pesa
em sua calva à sinistra encostada
A pele represa a menor distensão
desenhada na nudez madrepérola
Um sopro mataria os corvos
que afeto algum lhe destinam
intrigados mais com a incomum
imagem do que com o que vai
na presença à flor da pele
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